Itália
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Introdução
A Itália é um só país feito de 20 regiões, cinco das quais se administram a si próprias ao abrigo de um estatuto especial de autonomia. A península desce dos Alpes ao Mediterrâneo central, com o mar Tirreno do lado ocidental, o Adriático do lado oriental e o Jónico entre a ponta e o tacão.
Como o país está organizado
Roma, no Lácio, é a capital e de longe a maior cidade. Cada região tem a sua capital, e várias são mais conhecidas do que a região que administram: Florença pela Toscana, Milão pela Lombardia, Veneza pelo Vêneto, Nápoles pela Campânia. Cada uma conserva a sua cozinha e o seu dialeto e, nas regiões de fronteira, a sua segunda língua oficial.
O que abrange normalmente uma primeira viagem
Roma reúne a concentração de locais mais densa do país, entre eles os Museus do Vaticano e a basílica de São Pedro. Florença guarda o Renascimento num centro suficientemente pequeno para se atravessar a pé. Veneza está construída sobre a água e não ao lado dela, e é a única das três que uma ida e volta no mesmo dia não permite perceber.
Os comboios de alta velocidade ligam as três em duas a três horas de qualquer uma para qualquer outra: é por isso que formam o itinerário clássico de uma primeira viagem. O que esse itinerário deixa de fora é a maior parte do país — as aldeias de colina, os Alpes e os Dolomitas, as costas do sul e as duas ilhas grandes alcançam-se de outra maneira e compensam estadias mais longas.
Perguntas Frequentes
Porque é que um país tão pequeno é tão diferente de região para região? Só foi um país único a partir de 1861, e os Estados que o precederam governaram-se a si próprios durante seis ou sete séculos. A unificação juntou esses Estados; não os dissolveu.
Porque é que a sinalização está em alemão nalguns vales do norte? O Alto Ádige foi austríaco até 1919 e tem um estatuto especial que protege o alemão como língua cooficial. O que se moveu foi a fronteira, não a população.